Projeto do 8º ano coloca os estudantes de frente com uma série de notícias que podem ser verdadeiras ou não; o desafio é checar e analisar diferentes fontes, descobrir o que é real e o que é desinformação
Autoria: Haroldo Bueno (Geografia) e Robson Zago (Ciências) – Professores do 8º ano
O projeto Adolescência em Foco, do 8º ano, incorpora ao cotidiano escolar experiências fora da sala de aula, como o Estudo do Meio. Este ano, o tema deste estudo é Mídia, Fotografia e Adolescência – Fique por Dentro. Como parte desse contexto, os alunos participaram de uma atividade interdisciplinar sobre fake news e checagem de fatos, mediada pelos professores Robson (Ciências) e Haroldo (Geografia). Nesta etapa, eles puderam desenvolver o pensamento crítico e compreender a importância da conscientização para o combate à disseminação de informações falsas no ambiente digital.
Essa atividade interdisciplinar foi realizada a partir de escolhas de estratégias pedagógicas aplicadas com o propósito de possibilitar aos estudantes a compreensão dos fundamentos da checagem de fatos. Dessa forma, a promoção da educação midiática foi consolidada entre os alunos, buscando desenvolver habilidades de análise, capacidade de diálogo e espírito crítico.
Por meio de orientações, roteiros de pesquisa, ferramentas e guias de checagem para comprovação da veracidade dos fatos, além da confiabilidade de fontes e sites, os alunos analisaram notícias que circularam nas redes sociais, atribuindo a elas o caráter de confiabilidade ou não; eles puderam identificar notícias procedentes e fiéis à realidade, e outras que foram totalmente desmascaradas, pois se fundamentavam em informações falsas.
Foi um momento pedagógico divertido, interativo e educativo. A atividade envolveu os/as estudantes em um processo de investigação e análise de notícias, atuando como o que chamamos de “caçadores de balelas”.
Para a execução do projeto, a atividade foi aplicada nas seis turmas do 8º ano, divididas de seis a oito grupos. Depois da apresentação da proposta à sala, cada grupo recebeu um kit do jogo. Todos os alunos foram autorizados a utilizarem dispositivos móveis (smartphones, tablets ou notebooks) para a atividade. Em seguida, os objetivos do jogo foram apresentados para os grupos e foi dado início à dinâmica.
















