Da Arte Africana ao estudo de Van Gogh, entre outras produções; experiências diversas permitiram aos estudantes que concluíram o 7º ano um envolvimento muito prazeroso com a Arte.
Autoria: Adriana Pistori – Professora de Artes
Quando falamos em Arte, abordamos diferentes formas de experiências. Uma delas é a FRUIÇÃO ESTÉTICA, onde os alunos são levados a analisar, sentir e refletir sobre as produções artísticas através dos tempos. Outra é a CONTEXTUALIZAÇÃO, onde as obras artísticas são relacionadas ao contexto histórico e social da sua produção e, finalmente, da PRODUÇÃO ARTÍSTICA, onde a expressão de ideias se dá através de formas visuais, corporais, verbais e escritas, por meio das variadas linguagens artísticas (desenho, pintura, escultura, colagem, fotografia, vídeo, instalação etc) e de metodologias ativas (estratégias centradas na participação efetivas dos alunos, na construção do processo de aprendizagem, de forma flexível, interligada e híbrida).
Através desse trabalho, o indivíduo passa a usufruir do patrimônio linguístico, artístico e de práticas corporais, com suas diferentes visões de mundo, pelo acesso ao acervo e possibilidades de construção de categorias de diferenciação, apreciação e criação, articulando seis dimensões de conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística. Essas dimensões são: criação, crítica, estesia (sensibilidade), expressão, fruição e reflexão. Essas dimensões articulam saberes referentes a produtos e fenômenos artísticos e desenvolvem diferentes habilidades, envolvendo a sensibilidade, a intuição, o pensamento, as emoções e as subjetividades, que se manifestam como formas de expressão no processo de aprendizagem em Arte.



















